ENTENDENDO A CRISE HÍDRICA

153 MANANCIAIS. MAIS DA METADE EM ESTADO CRÍTICO.

O Ceará atravessa uma rigorosa seca. De acordo com a Funceme, na quadra chuvosa (entre fevereiro e maio) de 2016, choveu apenas 329,3 mm. A média para o período é de 600,7 mm. Isso significa que, este ano, tivemos 45,2% menos chuvas que a média.

Se observarmos os cinco anos consecutivos de seca, 2016 só não foi pior que 2012, deixando-o entre os 10 piores índices de chuva, desde a seca de 1951.

Fonte: Funceme, em 08 de agosto de 2016

* O açude Gavião recebe e armazena água de outros açudes antes de ser encaminhada às Estações de Tratamento de Água (ETAs), por isso ele sempre estará com volume “alto”.

Fonte: Cogerh, em 17 de agosto de 2017, às 13h30.

Dos 153 reservatórios monitorados pela Cogerh que abastecem o Ceará, quase todos estão com volume abaixo de 30%. O açude Castanhão, por exemplo, principal fonte de abastecimento para Fortaleza e Região Metropolitana, está com menos de 10% de seu volume total. Sem contar que muitos já estão totalmente secos ou no nível morto, quando a água fica barrenta e muito difícil de ser captada e tratada.

TODOS PELA ÁGUA

É hora de revermos nossos conceitos, cuidar dos recursos que temos  e garantir o futuro da nossa gente.

UA - 85908856-1