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Dia 08 de março: Mulheres buscam novas oportunidades de atuação

Criado em Segunda, 07 Março 2011 11:03
Mulheres que conquistaram postos ainda há pouco ocupados por homens.

Mulheres que conquistaram postos aindahá pouco ocupados por homens é algo que chama a atenção na Cagece.Também há mulheres que buscam sempre desafios, sendo exemplo de garra.Entre os exemplos, pode-se citar uma mecânica, duas supervisoras deequipes de manutenção, uma funcionária atleta amadora e uma gerente quechefia a área operacional. Os nomes são simples, mas escondemlutadoras, heroínas como outras tantas profissionais que atuam nomercado. São elas: Sônia, Rosângela, Fátima, Socorro e Aline.

Maria Sônia de SousaCavalcante, há dois anos, resolveu ousar apostando numa novaprofissão. Ela cursou a capacitação para ser técnica em eletromecânicaoferecida pela Cagece. Foi tão bem aceita que conquistou uma vaga deemprego no setor da empresa, onde trabalha até hoje. O segredo, segundoela, é fazer o que gosta. ?Sempre gostei da área de mecânica. Tenhoprazer em desmontar um motor ou qualquer outro objeto?, relata. Sôniagarante que, hoje, encontra receptividade nos companheiros de trabalho.Porém pontua sobre o fato de ser mulher que ?no começo, o desafio foifazer eles entenderem que eu teria a mesma capacidade?. Para ela, sermulher significa também ter vantagens, como ser organizada ecuidadosa.

Outro exemplo de superação de desafiosé dado por Rosângela Maria Mendonça. Atleta corredora,a técnica da Cagece transfere a sua garra para o seu trabalho diário.Mas onde seu amor por desafios se sobressai é mesmo na rotina deatleta. Rosângela compete há 17 anos, no Brasil e no exterior, quasesempre com patrocínio da Companhia. Divide seu tempo entre treinos eexpediente de trabalho. A atleta já se recuperou de várias lesões quelhe valeram a admiração dos colegas. Dentre elas, uma lesão na coluna(hérnia de disco) que a deixou 10 anos fora das pistas. ?Correr estádentro do meu sangue. Além de trazer qualidade de vida, é umaperformance física e social. Auxilia no condicionamento físico notrabalho, pelo nível de estresse que a gente vive hoje. Graças a Deusestou de bem com a vida?, relata a corredora.

Fátima Magalhães e SocorroBarros chefiam equipes compostas exclusivamente de homens,ambas atuando como supervisoras da área de manutenção de esgoto e águarespectivamente. Todo dia percorrem as ruas da cidade, sendo expostas aseus perigos. Os percursos dentro da empresa foram distintos. Socorrogarante que nunca sofreu preconceito por ser mulher. ?O relacionamentocom as equipes é muito bom, de muito respeito. Nunca houveenxerimento?, comenta. Já Fátima relata que as novas gerações são maisabertas para essa presença feminina, enquanto os mais antigos têm, porvezes, que serem conquistados com mais jeito. Ela relata rindo que ossubordinados levam a situação na brincadeira. ?Um deles disse quesempre foi mandado por mulher, primeiro a mãe, depois a mulher e,finalmente, no trabalho?, disse.

Quanto à gerente de Unidade de NegócioAline Brito, seu cargo surgiu como fruto de conquistasprogressivas. Ela lembra da seleção onde 30 concorreram. Ela opina quea experiência anterior em outra Unidade de Negócio, como supervisora ecomo coordenadora, foi decisiva. Aline acredita que uma mulher nachefia favorece o clima familiar no trabalho, como ?uma extensão denossa casa?, além de ser um diferencial feminino um maior poder deorganização. Aline foi a segunda mulher a gerenciar uma Unidade deNegócio. Seu trabalho reflete em toda a área Norte de Fortaleza.

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