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Seis jovens com deficiência auditiva passaram a trabalhar na Cagece em dezembro

Criado em Terça, 07 Dezembro 2010 08:18
Seis novos menores com deficiências passaram a trabalhar na Cagece dentro do Projeto Menor Aprendiz.

Oito jovens com deficiência auditivaestão tendo oportunidade de trabalhar e aprender em atividadesadministrativas da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece). Osprofissionais fazem parte do Projeto Menor Aprendiz e trabalhamnormalmente com os demais colaboradores da empresa. Em dezembro, seisnovos jovens passaram a integrar o quadro da Companhia.

     Os aprendizesque fazem parte do projeto são exemplos de interação e agilidade. Paraa responsável pelo setor de pessoal, Dulce Farias, um desafio atual éalocar os deficientes em departamentos apropriados e receptivos. ?Osjovens estão tendo um bom desempenho, além disso, as pessoas dossetores se mobilizam para ter uma boa comunicação e convívio. Algunsaté se esforçam para aprender alguns sinais de libras?, diz asupervisora.

     Na Cagece, osmenores-aprendizes com deficiência auditiva estão tendo uma boaaceitação através da adaptação natural com seus colegas. Disseram estarfelizes por trabalhar em uma empresa que as acolheu de forma carinhosae sem discriminação. Para esses jovens, a vantagem de trabalhar naCagece é pelo interesse da grande maioria dos colegas em se comunicar eter uma boa relação.

 

Dificuldades

     O Brasilpossui a lei de cotas que destina de 2% a 5% das vagas de trabalho paradeficientes em empresas com mais de cem funcionários desde 1991. Mesmoassim, os deficientes auditivos, chamados também por surdos-mudos,ainda são uma minoria no mercado de trabalho, por isso, lutam paraalcançar espaço. Entre os estudantes, a dificuldade é ainda maior. É oque afirma a supervisora do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE),Ívina Egídio.

     Para Ívina,existe um grande número de estudantes no banco de dados esperando umaoportunidade de trabalho. A supervisora ressalta que a dificuldade eminserir jovens no mercado se deve pela falta de profissionais em libras(língua brasileira dos sinais), já que isso facilitaria a comunicaçãoentre funcionários e empresa.

 

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